Já fui bébé, já fui menino.
Já fui Principe, já fui Rei.
Já voei pelos céus, já naveguei pelos mares
Já amei, sem ser amado.
Já lutei, já ganhei, já perdi.
Já tive amigos, que não eram.Tenho amigos que o são.
Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
Bela , Alegre, Feliz , Livre
Bela , Alegre, Feliz , Livre
Lendo poemas antigos.
Recordo-me de ti.
Deito-me, fecho os olhos.
Vejo-te.
Corres por um campo primaveril
De flores amarelas, selvagens.
Os pássaros levantam voo
Cantam, cânticos de amor.
Eles são livres.
Como eu gostava de ser livre.
Apanhas uma flor.
Outra, outra mais.
Uma, puseste-a nos cabelos.
És Bela.
O dia cai.
Os pássaros recolhem.
Cantam cada vez mais alto.
As flores ficam mais amarelas
O sol esconde-se
A noite nasce.
No céu estrelado.
O som dum rio.
Uma rã, ouvem-se
Por detrás de um monte
Aparece a lua
Agora dá para te ver.
Sentada na relva.
Cantando baixinho.
Cantando algo.
Lindo, divino.
O meu coração ouve.
Sente-se consolado.
Um raio de sol mostra-se
A lua desaparece.
Os pássaros acordam
Recomeçam os seus cantos.
Voltas a apanhar uma flor
A colocá-la nos cabelos.
Recomeças a correr.
Pelo prado primaveril.
Continuas o teu caminho
Aquela flor no cabelo
Faz-me sonhar, sorrir.
Agora danças
Danças por entre as flores.
E o vento canta.
Faz coro aos pássaros.
Danças, cantas, corres.
És bela, alegre, feliz…..livre
14/02/1985
Lendo poemas antigos.
Recordo-me de ti.
Deito-me, fecho os olhos.
Vejo-te.
Corres por um campo primaveril
De flores amarelas, selvagens.
Os pássaros levantam voo
Cantam, cânticos de amor.
Eles são livres.
Como eu gostava de ser livre.
Apanhas uma flor.
Outra, outra mais.
Uma, puseste-a nos cabelos.
És Bela.
O dia cai.
Os pássaros recolhem.
Cantam cada vez mais alto.
As flores ficam mais amarelas
O sol esconde-se
A noite nasce.
No céu estrelado.
O som dum rio.
Uma rã, ouvem-se
Por detrás de um monte
Aparece a lua
Agora dá para te ver.
Sentada na relva.
Cantando baixinho.
Cantando algo.
Lindo, divino.
O meu coração ouve.
Sente-se consolado.
Um raio de sol mostra-se
A lua desaparece.
Os pássaros acordam
Recomeçam os seus cantos.
Voltas a apanhar uma flor
A colocá-la nos cabelos.
Recomeças a correr.
Pelo prado primaveril.
Continuas o teu caminho
Aquela flor no cabelo
Faz-me sonhar, sorrir.
Agora danças
Danças por entre as flores.
E o vento canta.
Faz coro aos pássaros.
Danças, cantas, corres.
És bela, alegre, feliz…..livre
14/02/1985
Sábado, 14 de Agosto de 2010
ADORAVA TER-TE COMIGO
ADORAVA TER-TE COMIGO
Chocamos os nossos destinos.
Local onde reina o sol.
Aguas banhando-nos.
Um dia , talvez
Diamante negro
Iremos descobrir-nos
Amar-nos naturalmente
Cabelos negros.
Laço nos cabelos
Ar de menina
Uma pele macia
Dum longo bronzeado
Impecável, adorável.
Adivinhas nos teus olhos
Caio nos teus olhos.
Ligo o meu olhar no teu
Ardente, rebelde.
Um beijo desejado
Destinos, desatinos
Indomáveis desejos
Areia salgada, beijos.
Colhe-se muito
Lanças-me no espaço
Atiras-me o teu olhar
União especial, doce
Dás o que tens de melhor
Ilha negra
Atira-te por mim dentro
Conheço o teu nome
Louco por te ver
Amor á primeira vista, simples
Ultrapassando todos
Desolado de tudo
Iríamos longe
A um local desconhecido
Cobre-me nos teus olhos
Lembras-te de mim
Acolhi a tua figura
Um dia nos veremos
Dolente por esse dia
Impactos, suspiros, palavras
Adorava ter-te comigo
30/07/1985
Chocamos os nossos destinos.
Local onde reina o sol.
Aguas banhando-nos.
Um dia , talvez
Diamante negro
Iremos descobrir-nos
Amar-nos naturalmente
Cabelos negros.
Laço nos cabelos
Ar de menina
Uma pele macia
Dum longo bronzeado
Impecável, adorável.
Adivinhas nos teus olhos
Caio nos teus olhos.
Ligo o meu olhar no teu
Ardente, rebelde.
Um beijo desejado
Destinos, desatinos
Indomáveis desejos
Areia salgada, beijos.
Colhe-se muito
Lanças-me no espaço
Atiras-me o teu olhar
União especial, doce
Dás o que tens de melhor
Ilha negra
Atira-te por mim dentro
Conheço o teu nome
Louco por te ver
Amor á primeira vista, simples
Ultrapassando todos
Desolado de tudo
Iríamos longe
A um local desconhecido
Cobre-me nos teus olhos
Lembras-te de mim
Acolhi a tua figura
Um dia nos veremos
Dolente por esse dia
Impactos, suspiros, palavras
Adorava ter-te comigo
30/07/1985
Segunda-feira, 28 de Junho de 2010
Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
CONCLUSÕES NA NOITE
A cidade está iluminada
A chuva faz companhia
Um carro passa.
Pessoas correm, molham-se.
Encontro o calor da noite
Imaginado, em alguém querido
Sonha-se com carícias, beijos
Sentado nos bancos de uma avenida.
Tu és miúda, impecável, bonita
E quero que sejas
A minha miúda esta noite.
A chuva caí, mas na mesma
Procuro o calor.
O frio aperta
Anda-se para aquecer.
Concluo que ainda penso em ti
O que posso fazer é pouco
Concluo que ainda te quero
Sem eu te querer.
Cruzes no meu caminho
Tornados, tempestades
O vento empurra-me
Empurra-me para ti
Encosto o meu braço ao teu corpo
De novo aquela sensação
Aquele corpo leve, sedoso
Nenhum de nós quer ser o primeiro
A noite continua molhada
As pessoas regressam a casa
A rua fica deserta
Acho que vou fazer o mesmo
Paulo Ramoa
Novembro 1985
A chuva faz companhia
Um carro passa.
Pessoas correm, molham-se.
Encontro o calor da noite
Imaginado, em alguém querido
Sonha-se com carícias, beijos
Sentado nos bancos de uma avenida.
Tu és miúda, impecável, bonita
E quero que sejas
A minha miúda esta noite.
A chuva caí, mas na mesma
Procuro o calor.
O frio aperta
Anda-se para aquecer.
Concluo que ainda penso em ti
O que posso fazer é pouco
Concluo que ainda te quero
Sem eu te querer.
Cruzes no meu caminho
Tornados, tempestades
O vento empurra-me
Empurra-me para ti
Encosto o meu braço ao teu corpo
De novo aquela sensação
Aquele corpo leve, sedoso
Nenhum de nós quer ser o primeiro
A noite continua molhada
As pessoas regressam a casa
A rua fica deserta
Acho que vou fazer o mesmo
Paulo Ramoa
Novembro 1985
Domingo, 23 de Maio de 2010
ONDE ESCONDES O TEU AMOR
Onde escondes o teu amor.
Deves saber fugir á verdade.
Os teus olhos são misteriosos
Nunca te vi a olhar-me nos meus.
Desejos de Primavera.
Desejo de te ter nos meus braços
O meu amor não o consigo esconder.
Os meus olhos não te enganam.
Percorremos caminhos separados.
Por vezes magoas-me com situações.
Por vezes seduzes-me com atentados.
Autênticos atentados de beleza.
Prosseguimos o caminho separados,
As nossas vidas afastam-se
Um dia ainda vou descobrir.
Onde é que escondes o teu amor.
03/05/1987
Deves saber fugir á verdade.
Os teus olhos são misteriosos
Nunca te vi a olhar-me nos meus.
Desejos de Primavera.
Desejo de te ter nos meus braços
O meu amor não o consigo esconder.
Os meus olhos não te enganam.
Percorremos caminhos separados.
Por vezes magoas-me com situações.
Por vezes seduzes-me com atentados.
Autênticos atentados de beleza.
Prosseguimos o caminho separados,
As nossas vidas afastam-se
Um dia ainda vou descobrir.
Onde é que escondes o teu amor.
03/05/1987
Terça-feira, 20 de Abril de 2010
Às Vezes
Às Vezes
Às vezes, queremos aquilo que não podemos
Ás vezes, sentimos o mundo fugir de nós.
Ás vezes, deixamos a ilusão mandar na alma
Às vezes, perdemos a fé de tudo, de nós.
Ás vezes, sofremos aquilo que não merecemos
Ás vezes, fazemos da nossa vida um inferno.
Ás vezes, ficamos quase que loucos, sem causa
Ás vezes, …ás vezes,……….. ás vezes.
Às vezes, queremos aquilo que não podemos
Ás vezes, sentimos o mundo fugir de nós.
Ás vezes, deixamos a ilusão mandar na alma
Às vezes, perdemos a fé de tudo, de nós.
Ás vezes, sofremos aquilo que não merecemos
Ás vezes, fazemos da nossa vida um inferno.
Ás vezes, ficamos quase que loucos, sem causa
Ás vezes, …ás vezes,……….. ás vezes.
Segunda-feira, 19 de Abril de 2010
Terça-feira, 23 de Março de 2010
Quando dei por mim
Quando dei por mim.
Estava sentado……
A olhar……………
A tua face, o teu corpo.
Quando dei por mim,
Já estavas longe.
Parado…………….
Vi-te fugir.
Quando dei por mim.
Amava-te loucamente.
Esperava………….
Um regresso, uma esperança.
Quando dei por mim.
Não te vi.
Luto……………….
Para compreender.
16/09/1985
Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Se Eu Pudesse...
Se eu pudesse….sempre
Olhar para os teus olhos,
Ler o que existe dentro deles.
Tentar perceber o seu brilho
Que a mim me confundem.
Sabes, …. eu adoro os teus olhos.
Se eu pudesse….sempre
Passar a mão pelos teus cabelos,
Extrair deles, toda a sua luz
E sonhar com um por do sol radioso
Que a mim me põe feliz
Sabes….eu adoro os teus cabelos
Se eu pudesse….sempre
Entrar pelo teu sorriso
Ver nele todo o teu amor
E lentamente sentir o seu sabor.
Que me deixa apaixonado
Sabes… eu adoro o teu sorriso.
Se eu pudesse….sempre
Pegar nas tuas mãos
Acariciá-las levemente
Desejar conhecer o teu mundo
Que a mim me excita
Sabes….eu adoro as tuas mãos
Se eu pudesse….sempre
Sentir os teus lábios
Junto aos meus
E no final, naturalmente.
Ao mesmo tempo dizermos
Sabes…..eu amo-te
14/02/94
Olhar para os teus olhos,
Ler o que existe dentro deles.
Tentar perceber o seu brilho
Que a mim me confundem.
Sabes, …. eu adoro os teus olhos.
Se eu pudesse….sempre
Passar a mão pelos teus cabelos,
Extrair deles, toda a sua luz
E sonhar com um por do sol radioso
Que a mim me põe feliz
Sabes….eu adoro os teus cabelos
Se eu pudesse….sempre
Entrar pelo teu sorriso
Ver nele todo o teu amor
E lentamente sentir o seu sabor.
Que me deixa apaixonado
Sabes… eu adoro o teu sorriso.
Se eu pudesse….sempre
Pegar nas tuas mãos
Acariciá-las levemente
Desejar conhecer o teu mundo
Que a mim me excita
Sabes….eu adoro as tuas mãos
Se eu pudesse….sempre
Sentir os teus lábios
Junto aos meus
E no final, naturalmente.
Ao mesmo tempo dizermos
Sabes…..eu amo-te
14/02/94
Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Rainha da Solidão
Deixa-me entrar, no teu reinado.
Deixa-me entrar no teu coração.
Nos teus segredos, deixa-me entrar.
Na tua solidão, deixa-me entrar
Nos teus olhos, deixa-me olhar.
Os teus cabelos, deixa-me afagar.
Na tua solidão deixa-me entrar.
No teu reino deixa-me entrar.
Eu o quero conquistar.
Rainha da solidão
18/02/1984
Deixa-me entrar no teu coração.
Nos teus segredos, deixa-me entrar.
Na tua solidão, deixa-me entrar
Nos teus olhos, deixa-me olhar.
Os teus cabelos, deixa-me afagar.
Na tua solidão deixa-me entrar.
No teu reino deixa-me entrar.
Eu o quero conquistar.
Rainha da solidão
18/02/1984
Domingo, 10 de Janeiro de 2010
Estava Capaz
Estava Capaz
Estava capaz de fazer loucuras contigo.
Arrasar o tempo, inverter as vontades.
Olhar-te, tocar-te, inventar-te.
Colher toda a tua inocência, provocá-la.
Levar-te a onde nunca poderás imaginar.
Extrair de ti todo um sentimento.
Fazer com que sintas a minha alma.
E depois arrastar-te pelos meus sonhos.
Estava capaz de te amarrar por pensamentos.
Experimentar o teu coração, tentar o teu corpo.
Adorar-te, beijar-te, sonhar-te.
Soltar palavras pela escuridão.
Deixá-las circular, apoderarem-se de ti.
Falar-te dos ventos, das chuvas, dos tempos.
Escolher os momentos, viver os instantes.
E depois, deixar o ar apoderar-se de mim
Maio 1991
Estava capaz de fazer loucuras contigo.
Arrasar o tempo, inverter as vontades.
Olhar-te, tocar-te, inventar-te.
Colher toda a tua inocência, provocá-la.
Levar-te a onde nunca poderás imaginar.
Extrair de ti todo um sentimento.
Fazer com que sintas a minha alma.
E depois arrastar-te pelos meus sonhos.
Estava capaz de te amarrar por pensamentos.
Experimentar o teu coração, tentar o teu corpo.
Adorar-te, beijar-te, sonhar-te.
Soltar palavras pela escuridão.
Deixá-las circular, apoderarem-se de ti.
Falar-te dos ventos, das chuvas, dos tempos.
Escolher os momentos, viver os instantes.
E depois, deixar o ar apoderar-se de mim
Maio 1991
Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009
Domingo, 27 de Dezembro de 2009
PAZ (PERTURBADA)
PAZ (PERTURBADA)
Cá dentro tudo em paz.
No silêncio do meu quarto.
Mas lá fora,
O mundo arde, arde de ódio.
Cá dentro tudo é claro.
Cá dentro, nada muda.
Mas lá fora.
O mundo escurece, escurece de raiva.
Esqueceu o significado da paz.
Quando saiu lá fora e.
Regressou infestada de raiva e ódio.
Mas cá dentro tudo em paz.
No silêncio do meu quarto
Apago a luz e vejo-te
Infestada de raiva e ódio.
Um dia quando não puderes voltar
Vais-te julgar.
E eu vou abrir o meu caminho
Por este mundo
Que arde e escurece em morte.
Vou esquecer o que senti (por ti)
Porque afinal.
No silêncio do meu quarto
Tudo continua em paz.
20/01/84
Cá dentro tudo em paz.
No silêncio do meu quarto.
Mas lá fora,
O mundo arde, arde de ódio.
Cá dentro tudo é claro.
Cá dentro, nada muda.
Mas lá fora.
O mundo escurece, escurece de raiva.
Esqueceu o significado da paz.
Quando saiu lá fora e.
Regressou infestada de raiva e ódio.
Mas cá dentro tudo em paz.
No silêncio do meu quarto
Apago a luz e vejo-te
Infestada de raiva e ódio.
Um dia quando não puderes voltar
Vais-te julgar.
E eu vou abrir o meu caminho
Por este mundo
Que arde e escurece em morte.
Vou esquecer o que senti (por ti)
Porque afinal.
No silêncio do meu quarto
Tudo continua em paz.
20/01/84
Domingo, 20 de Dezembro de 2009
O Natal
SEJAM FELIZES NO NATAL
É tudo o que vos desejo.
Paulo
http://elfyourself.jibjab.com/view/DKCfDL6GeTCyKGVi
http://elfyourself.jibjab.com/view/iF3UqLwCpIjLWbnr
É tudo o que vos desejo.
Paulo
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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
NUMA ESPÉCIE DE CÉU
NUMA ESPÉCIE DE CÉU
A música corria lenta.
Peguei na tua mão
Os teus olhos diziam-me, tenta.
Leva-me no teu coração.
As luzes dolentes adormeciam.
Lentamente os nossos corpos dançavam.
Os teus cabelos seduziam.
Enquanto as luzes se apagavam.
A escuridão era total.
Os corpos apertavam-se.
Aproximavam-se de um ponto final.
Aos poucos deliciavam-se.
Nervosos, os lábios tremiam.
Algo ansiavam.
Deixavam tudo o que temiam.
Enquanto deliravam.
Sem contarem, acariciavam-se.
Preparavam o momento.
Com a música, juntavam-se
Esperavam pelo sentimento.
Num sussurro pediste, beija-me.
Hoje perdi a noção.
Quero-te, deseja-me.
Ouve o meu coração.
Os lábios uniram-se
Quentes, doces, picantes.
No escuro, os olhos viram-se
Eternos amantes.
Dezembro 1988
A música corria lenta.
Peguei na tua mão
Os teus olhos diziam-me, tenta.
Leva-me no teu coração.
As luzes dolentes adormeciam.
Lentamente os nossos corpos dançavam.
Os teus cabelos seduziam.
Enquanto as luzes se apagavam.
A escuridão era total.
Os corpos apertavam-se.
Aproximavam-se de um ponto final.
Aos poucos deliciavam-se.
Nervosos, os lábios tremiam.
Algo ansiavam.
Deixavam tudo o que temiam.
Enquanto deliravam.
Sem contarem, acariciavam-se.
Preparavam o momento.
Com a música, juntavam-se
Esperavam pelo sentimento.
Num sussurro pediste, beija-me.
Hoje perdi a noção.
Quero-te, deseja-me.
Ouve o meu coração.
Os lábios uniram-se
Quentes, doces, picantes.
No escuro, os olhos viram-se
Eternos amantes.
Dezembro 1988
Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Musicas de Uma Vida - II
Música de Natal com alma e sentimento, por uma causa , .....a fome!
Band Aid - Do they know its Christmas time
http://www.youtube.com/watch?v=8jEnTSQStGE
Band Aid - Do they know its Christmas time
http://www.youtube.com/watch?v=8jEnTSQStGE
Versão Longa ( Não recomendada a pessoas impresionáveis)
http://www.youtube.com/watch?v=uq7cLKAVFME
Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
O Medo das Lágrimas
O Medo das Lágrimas
O medo das lágrimas,
Vai-nos deixando.
A vida real, verdadeira.
Ganha sentido.
A realidade é difícil de enfrentar.
Todos nós temos medo.
Medo de nós próprios.
Medo das lágrimas.
Chorar, as lágrimas vão solucionar.
Esquecer, a meta a atingir.
Superar as amarguras, o medo.
O medo das lágrimas.
Tudo é simples, verdadeiro, real.
A necessidade de nos projectar.
Energia para lutar.
Contra o medo das lágrimas.
Só o medo nos afasta.
Das nossas vontades.
Do amor, da vida.
O medo das lágrimas.
10/06//1985
O medo das lágrimas,
Vai-nos deixando.
A vida real, verdadeira.
Ganha sentido.
A realidade é difícil de enfrentar.
Todos nós temos medo.
Medo de nós próprios.
Medo das lágrimas.
Chorar, as lágrimas vão solucionar.
Esquecer, a meta a atingir.
Superar as amarguras, o medo.
O medo das lágrimas.
Tudo é simples, verdadeiro, real.
A necessidade de nos projectar.
Energia para lutar.
Contra o medo das lágrimas.
Só o medo nos afasta.
Das nossas vontades.
Do amor, da vida.
O medo das lágrimas.
10/06//1985
Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
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